DICAS DO SELVAGEM!




95 MANEIRAS DE CAIR COM A MOTO



Fonte: site moto mania



1 Colocar seu pé num buraco quando estiver parando.
2 Colocar seu pé em algo escorregadio quando estiver parando.
3 Travar a roda dianteira durante uma frenagem com muito entusiasmo.
4 Errar o trilho e escorregar na grama da garagem.
5 Não colocar o apoio lateral ao abandonar a moto.
6 Estar parado e iniciar uma curva no cascalho ou areia, acelerando muito.
7 Não colocar uma placa embaixo do apoio lateral, sobre asfalto num dia quente.
8 Deixar pessoas muito entusiasmadas subirem na sua moto, sendo que é a primeira vez delas.
9 Esquecer que a moto estava engrenada ao sentar o pé no kick starter.
10 Acelerar, soltar a embreagem, colocar os pés nos apoios quando o sinal abre, mas a moto estar em neutro.
11 Não apoiar os pés no chão quando o sinal fecha.
12 Perder o equilíbrio ao tentar subir a moto no apoio central.
13 Pilotar por uma hora, sem luvas, com 5' C, parar num sinal, e soltar a embreagem de soco porque você não sente suas mãos.
14 Ao parar no pedágio, colocar seu pé na faixa de graxa que se acumula ali no chão, quando os carros param.
15 Usar muita potência quando você está saindo do pedágio cheio de graxa.
16 Ignorar a areia que se acumula nas ruas, um dia depois de uma enchente.
17 Sentar o pé com força no apoio lateral, sem ver que ele bateu e voltou.
18 Descer da moto com o motor ligado, sem ver que a moto estava engrenada.
19 Tentar ligar sua primeira moto com o kick start, diversas vezes até ficar com raiva, sem perceber que estava com o corta corrente desligado, e engatar a argola da bota na alavanca do kick starter.
20 Dar a partida na sua moto nova, arrancar com potência e perceber que você não havia tirado a trava da direção.
21 Na mesma moto parar para descer, sem se dar conta que a alavanca do kick start ficou presa dentro da sua calça.
22 Sua calça ou bota engatar na alavanca de marchas com o motor ligado, e botar a moto em primeira, quando você estava tentando recolher o apoio lateral.
23 Num sinal vermelho, ficar acelerando que nem um idiota, pensando que está em neutro, e soltar a embreagem por descuido.
24 O seu irmão gordo que está na garupa se inclina demais para um dos lados, para olhar alguma coisa no asfalto, parados num sinal.
25 A esposa prende o pé num dos alforjes, ao subir na moto antes de você.
26 Pneus carecas, e um chuvisco leve sobre chão de granito.
27 Olhar para a areia na rampa de saída da estrada, em vez de olhar para a curva.
28 Nem você nem seu pai olharem, enquanto ele dá ré com a caminhonete e bate na sua moto.
29 Tentar colocar a moto no apoio central, descobrindo que seus joelhos estão fracos da viagem.
30 Estacionar atrás da minivan do amigo, pensando "com certeza eles vão ver, ainda mais que são 5 dentro do carro".
31 Depois de abastecer, segurando a moto nivelada para poder encher mais, ir ao banheiro e não se dar conta que era você quem estava apoiando a moto e não o suporte central.
32 Prender o cadarço na alavanca de marchas.
33 Sentar o pé no kick start duma moto antiga, e ela dar um kick back.
34 Ficar furioso porque deixou a moto cair para o lado, levantá-la vigorosamente só para ela cair para o outro lado.
35 Tirar a moto do apoio central, sem ver que o apoio lateral também estava abaixado.
36 Entrar na grama molhada com pneus de corrida.
37 Entrar no asfalto molhado com pneus de lama.
38 "Pensar" que o apoio lateral estava abaixado quando ele não estava.
39 O apoio lateral lentamente afundar em solo macio.
40 O apoio lateral lentamente afundar em asfalto quente.
41 Dar ré perpendicular a uma lomba, apoiar-se no pé de baixo numa moto grande com assento alto.
42 Tirar a moto sozinho, de ré, de cima de uma pickup. Por cima de uma tábua.
43 Perder o equilíbrio quando faz uma parada, por causa de fadiga da longa viagem. O vento e o som do motor induzem à uma vertigem inesperada.
44 Pilotar além dos seus limites, tentando acompanhar alguém que provavelmente também está passando dos limites dele.
45 Não prestar atenção no que está fazendo. Se distrair pensando que a esposa/namorada engordou enquanto pilota.
46 Pensar que todas as estradas molhadas são iguais. Elas ficam muito mais escorregadias no início da chuva, até que o óleo e poeira sejam lavados.
47 Imaginar que a situação depois da curva fechada está do mesmo jeito que ontem. Em vez disso você acha galhos/areia/animais mortos/cascalho/lixo/buraco/óleo.
48 Chegar muito rápido numa curva e ter que freiar em cima da hora.
49 Sair sem todo o equipamento de proteção para trilhas só desta vez, mas desta vez não deu, e cair de um barranco.
50 Usar potência demais na primeira curva, após ter colocado pneus novos.
51 Ser muito baixo para a moto que está usando, e parar num sinal.
52 Seu passageiro pula na moto antes que você esteja preparado.
53 Empurrar a moto para a garagem, e deixar ela se inclinar um pouco demais para o lado. Ela cai, puxando você por cima dela.
54 Mexer na roda dianteira quando a moto está no apoio central.
55 Estacionar apontando lomba-abaixo, sem colocar em primeira.
56 Estacionar com o apoio lateral lomba-acima, e o apoio é comprido demais.
57 Deixar que um amigo pilote sua moto, e ele não tem experiência ou muito pouco de vários anos atrás. (ele vai perder o controle, bater de frente no objeto mais próximo, ou cair da moto freiando de soco)
58 Estacionando no supermercado, escorregar num Toddynho derramado.
59 Sentar na sua moto parada, na sua garagem inclinada, e conversar com uma guria muito bonita, esquecendo do mundo e notar que está perto demais do chão para parar.
60 lubrificar a corrente com óleo demais, derramar um pouco no pneu, e fazer uma curva fechada para fora da garagem.
61 Estacionar a moto com o apoio lateral em cima de um calço, de modo que a moto fique vertical, e ter um vazamento no pneu traseiro que faz a moto tombar.
62 Cobrir a moto com uma lona, e deixar o vento derrubá-la.
63 Desaparafusar coisas demais da traseira, até que a moto caia do suporte.
64 Ter um apoio central corroído internamente se quebrando, ao tentar colocar a moto sobre este.
65 Deixar sua esposa pilotar a moto, e o motor morrer lomba acima a 45 graus com a lomba.
66 Ao fazer a moto pegar no tranco, sentar de lado no banco com vigor excessivo.
67 Fazer a moto pegar no tranco, correndo do lado dela, e descobrir que você estava acelerando demais o motor.
68 Levar sua esposa para um passeio, com a primeira moto em mais de 20 anos, e fazer uma curva lenta, fechada em cima de cascalho.
69 Montar na moto com calças muito apertadas.
70 Rodar distâncias curtas montado de lado no assento.
71 Tentar pilotar com álcool no sangue.
72 Se abaixar para pegar óculos/chaves/luvas que caíram no chão.
73 Prestar atenção demais no medidor de inclinação da sua Valkyrie.
74 Arrancar do lado de um morro coberto de humus, que escorrega mais que sabão.
75 O motor morrer quando você está inclinado, tentando fazer uma curva lenta e fechada no estacionamento.
76 Esquecer de remover a trava do freio dianteiro e arrancar com pressa. Também quebra o freio.
77 Pegar no sono.
78 Pedir ajuda ao vizinho para colocar uma 750 em cima de um caminhão, por uma rampa. Com 2/3 do caminho já feitos, ele entra em pânico e a moto cai.
79 Tentar tirar uma abelha de dentro da jaqueta, montado na moto.
80 Arrancar rápido para fazer uma curva fechada, se inclinar em antecipação e o motor morrer porque não tinha se aquecido.
81 Se esquecer de por óleo depois de uma troca de óleo. E ficar se perguntando porque a luz de baixa pressão do óleo não apaga.
82 Após um conserto de freios, esquecer de bombear os mesmos, e se perguntar porque está sem freios ao se aproximar de um cruzamento.
83 Um portão automático fechar em cima de você quando você está passando.
84 Passar numa faixa de areia oculta após uma curva.
85 Ao arrancar, o passageiro olhar para cima. "Olha que avião legal!"
86 Empinar a moto para se exibir para uma guria, empinar demais, quase fazer um looping, freiar com tudo na traseira para compensar, e desmaiar uma quadra depois por falta de sangue no cérebro.
87 Pensar que a poça de líquido no posto de gasolina é água, quando na verdade é uma poça de óleo derramado.
88 No seu terceiro passeio com sua primeira moto. Parar num sinal vermelho. Quando o sinal fica verde, você tem que arrancar lomba acima e virar para a direita ao mesmo tempo.
89 Deixar seu amigo andar com sua moto.
90 E se você é mesmo um idiota, se deixar este amigo andar de novo.
91 Entrar numa rua movimentada, fazer uma curva e só depois lembrar que esta rua tem trilhos de bonde.
92 Dar uma festa na sua casa e transar com uma guria que você conheceu na festa, na sua garagem encima da moto enquanto extremamente bêbado.
93 Saltar por cima de uma cerca com uma moto de cross, usando uma rampa. E na hora de descer, você se dá conta que não sabe aterrissar.
94 Ter uma BMW com o apoio lateral linkado com a alavanca da embreagem, então quando você aciona a alavanca o apoio lateral se recolhe. E você não queria isto.
95 Ao ir para casa depois de comprar sua moto nova em folha, entrar numa estrada de terra e descobrir que ela está em obras, e o seu pneu dianteiro está escorregando na lama solta, porque agora está chovendo. E quando você levanta a moto percebe que uma pedra amassou o tanque de combustível.

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# Posté le dimanche 31 août 2008 10:29

Modifié le dimanche 31 août 2008 14:35

DICAS DO SELVAGEM!



CEROL.




Nesta época do ano, devido ao aumento dos ventos, há um crescimento da diversão de soltar pipas. Mas, a brincadeira feita de maneira inadequada – com o uso de linhas de cerol para soltar as “pipas” – se transforma num perigo que pode provocar mortes, tendo como principais vítimas motociclistas. Em diversas cidades, nos últimos dias, ocorreram varias ocorrências de acidentes com vitimas fatais e não fatais provocados pelo cerol, o que levou o Corpo de Bombeiros e diversos setores da sociedade a iniciar uma campanha para inibir o uso da perigosa linha com mistura de cola e vidro moído. Uma destas iniciativas foi a criação do site: www.cerol.com.br que tem o objetivo de mostrar os perigos desta pratica e de receber denuncias deste uso.
Em algumas cidades do Brasil o corpo de bombeiros está fazendo palestras em escolas públicas para alertar as crianças e os jovens do perigo de se usar o cerol.
O moto clube Nascidos Para Ser Selvagens convida você motociclismo ou não para divulgar em seu grupo de amigos o perigo desta pratica que na maioria das vezes possa ser inocente, mas que trás vários transtornos para a sociedade como um todo.
Ser Selvagem não é apenas uma forma de ser é também uma forma de agir com responsabilidade dentro da nossa sociedade.
Viva bem, viva tranqüilo, mas sem deixar de Ser Nascido para Ser Selvagem!
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# Posté le dimanche 24 août 2008 12:53

Modifié le dimanche 24 août 2008 13:07

DICAS DO SELVAGEM!

DICAS DO SELVAGEM!




Trajetória das Motocicletas.


FERNANDO KITZINGER DANNEMANN.
Publicado no Recanto das Letras em 04/05/2007
Código do texto: T474262



Conhecida simplesmente como moto, a motocicleta é um veículo de duas rodas equipado com um motor que propicia sua movimentação. Sua crescente utilização nos dias de agora pode ser explicada não só pelo baixo consumo do combustível de que necessita, mas também pelo seu preço relativamente acessível e pela diversidade de categorias e cilindradas que oferece, cada uma delas com seu próprio estilo e aplicação. A história da motocicleta teve inicio na segunda metade do século 19, e se confunde com o desenvolvimento da bicicleta porque a idéia de motorizá-la surgiu logo após o surgimento dos primeiros biciclos.

Foi durante o ano de 1867 que o americano Sylvester Howard Roper (1823-1896) mostrou aos amigos sua invenção, um pequeno velocípede de duas rodas equipado com motor de 2 cilindros (ilustração acima), movido a vapor (carvão). Mas ao experimentá-lo diante do público que comparecera ao local da demonstração, o inventor constatou que o motor utilizado não funcionava corretamente naquele veículo de dimensões reduzidas, e por isso abandonou o projeto. Simultaneamente, do outro lado do Atlântico o francês Louis Perreaux não tinha conhecimento do que fazia seu colega americano, mas também trabalhava no desenvolvimento de idéia semelhante. Ambos certamente se inspiravam no fato de que nessa época os navios e locomotivas movidas a vapor já eram comuns tanto na Europa como nos Estados Unidos, e na França e Inglaterra os ônibus a vapor já estavam circulando normalmente.

Apesar do fracasso de Rooper e Perreaux, o alemão Gottlieb Daimler (1834-1900) decidiu prosseguir com as experiências que os dois faziam. Tendo se afastado em 1883 da fábrica de motores onde trabalhava, por divergir do patrão Nikolaus August Otto, ele improvisou uma oficina no quintal de sua casa em Cannstatt, Alemanha, para desenvolver o seu próprio motor de combustão interna. Foi nesse local que Daimler e um ex-colega chamado Wylhelm Maybach, montaram um motor considerado evoluído para a época - conhecido como carrilhão -, que tinha 264 centímetros cúbicos, meio cavalo de força e 500 rotações por minuto. Meses depois os dois sócios acabaram inventando um motor de quatro tempos com cilindro horizontal e funcionamento a gás ou gasolina, e o adaptaram a uma bicicleta feita quase toda de madeira, que trazia na parte traseira duas rodinhas extras, para ajudar o piloto a se manter equilibrado em cima do veículo. Esse motor, refrigerado a ar, era posicionado verticalmente no centro da máquina, e a transmissão de sua força à roda traseira feita através de uma correia.



Patenteado com o nome de Einspur, o motor desse modelo desenvolvia 600 rotações por minuto e 0,5 cavalo de força, e ao ser testado fez o veículo no qual fora adaptado percorrer cerca de três quilômetros a uma velocidade média de seis quilômetros horários. No ano seguinte ele foi melhorado por seus criadores, passando a ter refrigeração a ar e um sistema de ignição acionado através de pequeno tubo mantido incandescente por bico de gás de gasolina. No dia 10 de novembro do mesmo ano um dos filhos de Daimler, de nome Paul, percorreu 9,5 km, de Cannstat até Unterturkhein, num percurso de ida e volta, tornando-se assim o primeiro motociclista do mundo. Entretanto, a participação de Gottlieb Daimler no desenvolvimento da motocicleta não foi além desse ponto, porque posteriormente ele se associou a outro alemão, Karl Benz (1844-1929), para que juntos os dois pudessem fundar a fábrica que receberia o nome de Mercedes.

Com respeito à motocicleta criada por Daimler, as coisas não morreram por aí, pois apesar dela ter permanecido como protótipo durante alguns anos, em 1894 os industriais Heinrich Hildebrand e Alois Wolfmüller, donos de uma fábrica de motores estabelecida em Munique, Alemanha, conseguiram elevar a potência do veículo a dois cavalos, e passaram a chamá-lo de Motor road – Roda Motorizada. Eles também decidiram patentear um modelo comercial desse veículo de duas rodas que derivava da bicicleta, mas com tantas modificações em relação ao projeto inicial que esse trabalho resultou no surgimento de um tipo de veículo mais pesado, com vibrações mais acentuadas, maior velocidade e rigidez e, de um modo geral, maior solidez das peças. No prospecto de apresentação desse primeiro motociclo fabricado em série, os inventores anunciavam, orgulhosos: "Em testes especiais, é possível elevar a velocidade a uns 60 km por hora. Mas quem ousaria andar a tal velocidade?" E de fato, inicialmente foram poucos os compradores do Motor road.

A partir daí começaram a surgir, embora ainda timidamente, as primeiras fábricas de motocicletas: assim foi que em 1865 instalou-se a alemã Stern; em 1896, a francesa Bougery e a inglesa Excelsior .No ano seguinte, em 1897, os irmãos Eugene e Michel Werner criaram o primeiro motociclo fora do território alemão - a motocyclette, um modelo com dois cavalos de potência, que inspirou todas as outras motocicletas que vieram depois. O sucesso imediato despertou o interesse de engenheiros e inventores, fazendo nascer em 1897 a marca italiana Bianchi. Nesse mesmo ano, na Inglaterra, Edward Butler construiu um triciclo com ignição elétrica, equipado com carburador cuja alimentação provinha de depósito a ele anexado.

Em 1902 o francês Georges Gauthier bolou a lambreta, um veículo
que apesar de oferecer menor estabilidade, tinha a vantagem de ser mais leve e sobretudo mais econômico. Pouco adiante, em 1910, surgiu no mercado o side-car, um tipo de motocicleta que trazia atrelado em seu lado direito um carrinho para o transporte de passageiros, e que foi muito usado pelas tropas alemãs durante a Segunda Guerra Mundial. Durante as duas primeiras décadas do século 20 as experiências para adaptação de um motor a vapor em veículos leves foram se sucedendo, e mesmo com o advento do motor a gasolina (combustão interna), elas continuaram sendo feitas até 1920, quando então foram abandonadas definitivamente.

Daí em diante a indústria do ramo passou a apresentar regularmente modelos cada vez mais sofisticados, conquistando a simpatia e preferência de um público numeroso que inclui atualmente homens e mulheres em todos os países, e de quase todas as faixas de idade.

No início do século 20 a Europa possuía cerca de 43 fábricas de motocicletas, mas o interesse despertado pelo tipo de veículo que elas produziam era tão grande que
em 1910 o seu número chegou a 394 em todo o mundo, das quais 208 encontravam-se instaladas na Inglaterra. Entretanto, a maioria delas se viu forçada a paralisar suas atividades em virtude da acirrada concorrência que dominava esse segmento de mercado. Nos Estados Unidos, as primeiras dessas indústrias - a Columbia, a Orient e a Minneapolis - surgiram em 1900, mas dez anos depois esse número subiu para vinte. Diante disso, os fabricantes do mundo inteiro se viram diante da necessidade de introduzir constantes inovações em seus produtos, cada um deles procurando atrair para a sua indústria o interesse da clientela potencial.

A história da motocicleta no Brasil se inicia em 1910, quando muitas motos européias e algumas de fabricação americana foram importadas por empresas que se iniciavam nesse segmento de mercado, juntamente com veículos similares como side-cars e triciclos com motores. Poucos anos depois, no final daquela década, já existiam cerca de 19 marcas concorrentes rodando no país, entre elas as americanas Indian e Harley-Davidson, a belga FN de 4 cilindros, a inglesa Henderson e a alemã NSU. Essa grande diversidade de modelos de motos proporcionou o surgimento de diversos clubes e alguns tipos de provas e competições esportivas, como a do percurso entre as cidades do Rio de Janeiro a São Paulo, por exemplo, em uma época em que essas duas capitais não eram ligadas por nenhuma rodovia. No final da década de 30 começaram a chegar ao Brasil as máquinas japonesas, a primeira, da marca Asahi. Durante a segunda guerra mundial, as importações de motos foram suspensas, mas retornaram com força após o final do conflito, em 1945.

A primeira motocicleta fabricada no Brasil foi a Monark, ainda com motor inglês BSA de 125cm3, em 1951.. Depois a fábrica lançou três modelos maiores com propulsores CZ e Jawa, da Tchecoslováquia e um ciclomotor (Monareta) equipado com motor NSU alemão. Nessa mesma década apareceram em São Paulo as motonetas Lambreta, Saci e Moskito e no Rio de Janeiro começaram a fabricar a Iso, que vinha com um motor italiano de 150cm3, a Vespa e o Gulliver, um ciclomotor.

O crescimento da indústria automobilística no Brasil, juntamente com a facilidade de compra dos carros, a partir da década de 60, praticamente paralisou a indústria de motocicletas. Somente na década de 70 o motociclismo ressurgiu com força, verificando-se a importação de motos japonesas (Honda, Yamaha, Suzuki) e italia-nas. Surgiram também as brasileiras FBM (que só subia embalada) e a AVL. No final dos anos 70, início dos anos 80, várias montadoras surgiram no país, como a Honda, Yamaha, Piaggio, Brumana, Motovi (nome usado pela Harley-Davidson na fábrica do Brasil), Alpina, etc. Nos anos 80 observou-se outra retração no mercado de motocicletas, quando várias montadoras fecharam as portas. Foi quando apareceu a maior motocicleta do mundo, na época, a Amazonas, que tinha motor Volkswagen de 1600cm3, da Brasília.

Atualmente a Honda e a Yamaha dominam o mercado brasileiro, e são seguidas pela, Suzuki, Kasinski, Sundown , Daelin, Harley-Davidson.
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# Posté le dimanche 17 août 2008 18:27

DICAS DO SELVAGEM!


PRIMEIROS SOCORROS.


Fonte: Site moto mania.

Fundamentos básicos dos primeiros socorros:

Procedimentos à respeito do local.

1) Verifique quantas vítimas são.
2) Prepare o local do acidente para evitar novas implicações. Utilize-se de galhos de árvores, triângulos e pisca-pisca de outros veículos etc.
3) Chame ou peça para chamar socorro especializado:
Os fones são:
190 - Polícia Militar
193 - Bombeiros
194 - Polícia de Trânsito
1527 - Polícia Rodoviária Federal (apenas para as BR's).
Na ligação informe o local exato, a descrição das vítimas (homens, mulheres,
crianças, idade, sexo etc).

Procedimentos à respeito da vítima.

1) Mantenha a calma. A vítima já estará extremamente abalada se já não estiver em estado de choque. É necessário que a pessoa que esteja atendendo esteja calma o suficiente para também acalmar a vítima.
2) Jamais faça a vítima saber qual a extensão real de seus ferimentos.
3) Previna-se contra doenças infecto contagiosas; evite contatos diretos com o sangue ou fluídos orgânicos da vítima; não leve as mãos à boca, olhos ou pele; não se ferir ou se já estiver ferido isole-os; lave bem as mãos após o atendimento.
4) Evite mover a vítima. Só o faça se houver perigo iminente de agravamento (ex. o veículo vai incendiar-se).
5) Na remoção procure evitar que a vítima se mexa, mantenha a posição original até chegada de socorro especializado. Mover uma pessoa acidentada é extremamente complicado e requer o uso de várias técnicas.
6) Procure socorro. Faça isso, se der, ao mesmo tempo em que socorre a vítima pedindo que alguém providencie. Atenção; os procedimentos aqui descritos são básicos e abrangem os acidentes automobilísticos mais comuns. Para procedimentos mais graves (p. exemplo: vítima inconsciente, queimaduras, grandes acidentes etc.) procure o Curso de Formação de Condutores (Auto-Escola) mais próximo e peça uma apostila de primeiros socorros. Leia e leve essa apostila no porta luvas de seu veículo. Melhor ainda se você fizer um curso específico de primeiros socorros. Procure uma unidade dos Bombeiros para maiores informações.
E cuidado!!!

Como já dissemos, os principais motivos de óbitos ou seqüelas irreversíveis nas vítimas são as omissões do socorro e a falta de um atendimento eficiente de primeiros socorros.

Portanto se você quiser prestar socorro à alguém, esteja certo do que está fazendo.


Saiba que fazer o bem sem olhar a quem, também é ser Nascido Para Ser Selvagem!
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# Posté le samedi 09 août 2008 23:43

DICAS DO SELVAGEM!


MOTOCICLISMO.


O Motociclo (também conhecida simplesmente por moto ou ainda mota exclusivamente em Portugal) é um veículo de duas rodas com um motor que propicia sua movimentação. É um meio de transporte bastante utilizado devido ao mais baixo consumo de combustível e por ter um preço mais acessível que a maioria dos automóveis. Entretanto, há motos que consomem mais combustível do que muitos automóveis, variando, entre outros fatores, com a cilindrada do motor.

Categorias de motocicleta.

Em Portugal, perante a Lei, as motocicletas são classificadas em duas categorias:
•Motociclos: motos capazes de velocidades superiores a 45 km/h ou com cilindrada superior a 50cc;
•Ciclomotores: motos com cilindrada inferior a 50 cc e que apenas permitem velocidades até 45 km/h.
Os Motociclos são divididos em duas subcategorias, conforme a cilindrada: superior ou inferior a 50 cc.
No Brasil, até 50 cc e 50km/h de velocidade máxima, é necessária uma autorização, chamada de "ACC" (que é pouco utilizada pois o procedimento e o custo é o mesmo da habilitação normal), para motos maiores, há que se ter mais de 18 anos, ter habilitação e capacete.

Tipos de motocicleta.

Existem várias categorias de motocicletas, cada uma com seu próprio estilo e aplicação:


Motos esportivas / desportivas.

As "esportivas"/desportivas são motos com design futurista e mecânica de excelente desempenho. Os motores geralmente possuem mais de 600 cm3 de cilindrada, o que permite maior aceleração, algumas alcançando velocidades próximas a 310 km/hora reais. Sendo o recorde de velocidade da Suzuki GSXR Hayabusa, tendo havido um acordo entre marcas para ficar todas as desportivas limitadas eletronicamente a 300 Km/hora. Em geral, possuem discos de travão duplos, quadros fabricados em materiais leves, design esportivo/desportivo, e avanços com posição de pilotagem baixa, escapes com ruído esportivo/desportivo. São dotadas de carenagem, com o objetivo de reduzir a resistência com o ar. Atualmente, as montadoras aprimoram suas tecnologias nas pistas, durante campeonatos como o MotoGP e o Superbike. A relação peso-potência dessas motos já ultrapassou a barreira de 1:1, onde cada cavalo de potência "empurra" um peso inferior a um quilo.
Possuem pneus largos, visando uma boa área de contato com o solo, tanto em retas como em curvas. Geralmente possuem amortecedor de direção, a fim de se evitar o Shimmy, que, em muitos casos, pode levar o piloto a uma queda. O Shimmy consiste num movimento muito rápido dos avanços, virando de um lado para o outro, sem controle, e, normalmente, é causado por ondulações no asfalto. No painel, o que se destaca é o conta-giros, que mede as rotações por minuto. Geralmente fica numa posição de destaque e de fácil visualização. (Atualmente os velocímetros são digitais, assim como os marcadores de combustível, óleo, etc.).
Pela posição de pilotagem (o piloto fica praticamente deitado sobre o deposito, com o tronco inclinado para a frente e os pés para trás), não são motos muito confortáveis para utilização em vias urbanas, sendo mais indicadas para condução em rodovias/autopistas. Normalmente, o banco do pendura (garupa) é bastante desconfortável, e alguns modelos, por serem inspirados nas motos de corrida, nem mesmo têm esse banco disponível, sendo monolugares.

Motos custom.

As custom (garfos dianteiros inclinados para a frente) são motos estradeiras, preferidas por um público mais tradicional. Não priorizam a velocidade e são mais voltadas ao conforto, mantendo a altura do banco baixo, pedaleiras avançadas, tanque grande em posição paralela ao chão de forma a proporcionar uma posição confortavel para pilotagem. São muito confortáveis para viagens longas, seja sozinho ou acompanhado. O piloto fica recostado para trás, com os pés para a frente, com as costas geralmente apoiadas em encostos chamados de sissy bar.
A maioria das peças são cromadas e brilhantes, copiando o design das motos antigas. Geralmente possuem alforjes em couro, que são aquelas malas para levar a bagagem. No Brasil, existem muitos moto clubes cujos integrantes apreciam o estilo das motos custom e que vêem nessas motos um estilo de vida. São as motos que apresentam desenho típico das motos americanas dos anos 50 e 60 glamourizadas em filmes como Easy Rider (Sem Destino). Uma variação dentro desta categoria são as Roadsters, que aliam o visual e a posição de pilotagem das custom com o alto desempenho das esportivas.

Motos chopper.

As chopper são motos que derivam das custom, com a diferença na posição do tanque que é alto na frente e baixo atras formando uma linha com o eixo da roda traseira, o garfo da frente tem um ângulo em relação ao motor maior que nas custom e seu comprimento também é maior, deixando a distância entre eixos bem grande. Este estilo de moto tem a filosofia de retirar tudo o que não é necessário em uma moto, dai vem seu nome que, em inglês, significa cortar. Geralmente não possuem banco para o garupa, alforges ou paralamas dianteiros. Seu visual é bastante despojado e agressivo. O conceito de moto chopper, originado dos EUA, foi disseminado mundo afora através do filme "easy rider" (sem destino), lançado em 1969, em que os atores Peter Fonda e Denis Hopper interpretam os dois motociclistas que viajam pela américa sobre suas choppers. Quando se fala em moto "chopper", a primeira imagem que vem à cabeça é uma moto com muitos cromados, garfo dianteiro enorme, guidão alto (apelidado de "seca-sovaco") e tanque em forma de gota. As motos do filme Easy Rider, que tinham nome (chamavam-se: Capitão América e Billy Bike), talvez sejam as "Choppers" mais famosas do mundo.
A partir desse momento, o design da moto chopper se difundiu, o que levou os proprietários das Harley e das Indians a modificarem suas motocicletas em busca do visual chopper. Hoje, a industria de motos chopper continua com seu espirito "hand made", mas não mais modifica motos de linha, e sim constrói as motos, desde o chassi, motor, tudo personalizado. A febre chopper é tamanha, que existe até um programa de tv, mostrando o dia-a-dia de uma fábrica de choppers, o American Chopper (Orange County Choppers, no original).

Motos naked.

As naked ("nuas"), são motos que têm bom desempenho (algumas de alta cilindrada) em relação ao motor e conjunto mecânico, mas modificadas para permitir uma posição de pilotagem menos deitado, e mais sentado, melhorando o conforto para condução em vias urbanas, com guidão mais alto do que nas esportivas, porém não possuem carenagem (que são caras e freqüentemente são danificadas quando na condução em vias de muito tráfego). Com faróis redondos e pneus esportivos, possuem design misto entre motos de passeio e motos esportivas. São mais adequadas que as esportivas para andar entre os carros na cidade, e apresentam bom desempenho nas estradas. O único inconveniente é a falta de proteção contra o vento (pela posição de pilotagem sentado) no caso das viagens. Existem no mercado bolhas e semi-carenagens para solucionar este problema, mas em sua maioria, pioram drasticamente o visual da moto.

Motos de todo o terreno.

As motos 'de todo o terreno são as off-road, a saber nas suas diversas variantes: motocross/supercross, enduro, cross-country, trial, raids e trail. Como exemplo de modelos destas variantes, respectivamente, citamos: Kawasaki KX-F 250, KTM EXC 400, KTM XC 250, GAsGAs TXT 280, KTM 660 e BMW F650GS. Os pneus são específicos, geralmente para tração na terra (tipo tacos) e rodas maiores, para transpor obstáculos com maior facilidade. A sua suspensão possui um curso total maior, sendo mais altas em relação ao solo, para absorver impactos e não os transmitir para o piloto.
O visual geralmente é despojado, com desenho rústico e/ou agressivo, sem acessórios que possam ser danificados quando a moto for utilizada em trilhas. Possuem também uma relação de marchas curta e rápidas acelerações, com motores de 125 a 600 cm3 de cilindrada ou mais. Dentro desta categoria, existem as Big Trail, motos de uso misto para viagens longas que incluem trechos de off-road. São mais confortáveis e mais pesadas, com pneus de uso misto e tanques de combustível que chegam a 40 litros, para permitir boa autonomia em trechos longos em que não é possível o reabastecimento. São a maioria das motos que participam do Rally Paris-Dakar.
Outra variação dentro desta categoria são as MotoCross, indicadas para participação em campeonatos de velocidade/saltos em terra ou de rally, vendidas sem acessórios obrigatórios para utilização em vias urbanas (espelhos, piscas, lanternas). Uma nova variação dentro da categoria Trail são as Motard e Supermotard(que veremos a seguir), motos originalmente de trail/cross mas que foram adaptadas para competições em circuitos que alternam trechos de alta velocidade em asfalto com trechos de terra e saltos. Utilizam motores com capacidade cúbica acima de 600 cm3 de cilindrada.

Motos supermotard.

As supermotard são motos que estão entrando no mercado, com as montadoras voltando suas atenções pra esse nicho, de motos trail com ciclística esportiva, com rodas e pneus esportivos. Existem muitas competições, inclusive agora no Brasil. Nos campeonatos, as motos enfrentam trechos de asfalto e de terra, às vezes até com alguns saltos. São chamadas também de fun bikes ou de Super Moto. O que caracteriza uma moto SuperMotard é o aro das rodas, sempre de 17 polegadas.

Motos pocketbikes.

As pocketbikes ou motos de bolso, são muito conhecidas no exterior, e estão chegando ao Brasil. São mini-motos de alta performance, voltadas para o público adulto. Em sua maioria possuem 13 cavalos e suportam um peso de até 110 Kg. Podem até ser levadas embaixo do braço, devido ao seu tamanho. Possuem tanque de gasolina de 1 litro, que já garante bastante diversão. Existem corridas de pocket bikes para o público adulto, mas apenas no exterior. No Brasil estas corridas ainda são voltadas apenas para crianças, que correm em kartódromos. Os modelos nacionais ainda estão muito longe de concorrer com os modelos importados, mas o mercado está demandando bastante esta novidade.

Motos street.

As street são motos que apresentam conforto e mobilidade para serem utilizadas no trânsito urbano, geralmente de 125 cilindradas. A posição de pilotagem é sentada, com os pés apoiados nas pedaleiras. Apresentam desenho simples, com banco para garupa, sem muitos acessórios, e permitem a utilização entre os veículos nas vias urbanas (corredores). Variações com motores de 150, 200 e 250 cilindradas com desenho semelhante às de 125 cilindradas também são vendidas. No passado, a Honda-Brasil vendeu motos street de 400 e 450 cilindradas, com desenho de motos street, mas com dimensões proporcionalmente maiores ao aumento de cilindrada, perdendo parte da mobilidade no trânsito. A maioria das street apresentam velocidades máximas por volta de 110 km/ hora.

Motos Underbone.

As underbones são motos de dimensões reduzidas, menores do que as street, geralmente com câmbio semi-automático, baixas cilindradas (abaixo de 125 cilindradas), baixo desempenho, baixa manutenção e baixo consumo de combustível. Com essas características, são bastante utilizadas por empresas com serviços de entrega urbanas (moto-boys), por unir a facilidade da condução em corredores das vias urbanas ao baixo custo da moto e baixo custo operacional. Apresentam acelerações menores do que as street e velocidades máximas de cerca de 100 km/ hora.

Motos Scooters.

As scooter são motos que permitem a posição de pilotagem sentado e com os pés apoiados no piso, sem a necessidade de usar os pés para a troca de marchas, montadas com câmbio automático (CVT) por corrente dentada com polias variaveis. maioria das scooters possui 50cc equipadas com motores 2 tempos. Acima disso se encontram as de 4 tempos. Usadas para pequenos deslocamentos e lazer, apresentam compartimentos porta-capacetes que permitem ao usuário deixá-lo escondido na moto enquanto não estão sendo utilizados.
Até 1998, no Brasil, era permitida a condução das scooters' de, no maximo, 50 cc e velocidade máxima de 50 km/h por qualquer pessoa maior de 18 anos, sem a necessidade da Carteira Nacional de Habilitação, desde que a moto estivesse devidamente emplacada e o condutor usasse capacete. Desde então, é necessária a ACC (Autorização para condução de ciclomotores) ou a carteira de motorista para motocicletas acima de 50cc (categoria "A").
Geralmente, as motos de baixa cilindrada (de 50 a 100), apresentam baixo desempenho, baixa manutenção e baixo consumo de combustível. Existe uma nova tendência de equipar as scooters com motores maiores, de até 650 cilindradas (Suzuki Burgman), para atingir uma pequena fatia do mercado de usuários que querem maior desempenho aliado ao conforto de pilotar com os pés apoiados.
Curiosidade
Na Europa, é comum o uso de scooters de 125 e 250 cc por executivos, sendo que em alguns países, há mais venda de scooters do que de motocicletas "normais".

Motos baby.

As "Baby" são motos das décadas de 20 e 30. São caracterizadas por serem bem rústicas pois as primeiras motos desse estilo eram "rabo duro" (sem amortecedor traseiro), o centro de gravidade é bem baixo, seu tom de pintura bem peculiar, haja vista que eram utilizadas até 14 camadas de tinta (a moto ficava com o tom de cor parecido com o de panelas esmaltadas). A marca de moto Baby mais famosa do mundo é a Indian. Há quem diga que as motos custom derivaram das Baby.

Motos dual purpose.

São motos que servem tanto para estradas quanto para terrenos 'off road'. Estas motocicletas, também chamadas de 'big trail', geralmente são de maior porte e com motores acima de 600cc. Possuem tanque grande para proporcionar maior autonomia.

Independente da escolha, nunca se esqueça de ser Nascido Para Ser Selvagem!

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# Posté le samedi 09 août 2008 23:28

Modifié le samedi 09 août 2008 23:49